Admin posted on March 19, 2009 11:03

A inspiração para essa brincadeirinha veio deste post do fechaTag. Fiz o mesmo, com algumas adaptações para o FreeBSD.

Baixando e instalando o curl

A instalação do curl é através do Ports, o gerenciador de pacotes do FreeBSD.

  • Primeiro,  logue-se como root.
  • Entre no diretório /usr/ports
  • Putz, onde será que está o diretório do curl? Fácil!
    •  find . -name "curl" -type d
  •  A resposta é imediata: ./ftp/curl
  • Agora que descobri onde estava o diretório do curl, entro nele:
    •  cd ftp/curl
  • Para baixar, compilar e instalar, digite:
    •  make install
  • Deve aparecer uma janela de configuração, deixe marcado apenas "OpenSSL support" e dê Ok.
  • Aguarde baixar, compilar e instalar.  ; )

Começando a brincadeira

É simples, muito simples "twittar" pelo console. Basta um comandinho (chupinhado do post do fechaTag):

curl -u usuário:senha -d status="Twittando do terminal." http://twitter.com/statuses/update.json

Já que o comando tá muito grande, dá para enxugar um pouco. Siga os passos do post do fechaTag, não tem erro... Feito isso, basta o comandinho:

twitter "Twittando pelo terminal do FreeBSD, API show de bola hein..."

Bom, com isso dá para criar bastante coisa interessante, como por exemplo enviar mensagens de erro para o Twitter quando acontecer alguma coisa de errado com o sistema... É só ter criatividade.


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Muitas vezes as documentações html online disponibilizadas em sites de determinadas tecnologias ou linguagens não oferecem a opção de baixar os arquivos em formato zipado. Nesse caso podemos usar o wget, um poderoso programa em modo texto que vem na maioria das principais distribuições Linux. Vou dar como exemplo a documentação do Grails, o framework web para desenvolvimento rápido de aplicações usando a linguagem Groovy. A documentação do Grails fica localizada na URL http://grails.org/doc/1.0.x. Deste modo, podemos usar o seguinte comando para baixar tudo a partir deste caminho, inclusive subpastas:

wget -r -np http://grails.org/doc/1.0.x/

Após a execução do comando acima você terá baixado todos os arquivos da documentação html do Grails! Uma breve explicação sobre os parâmetros: -r : recursive retrieving. Baixa o conteúdo do diretório corrente e todos os seus subdiretórios. -np: no parent. É necessário especificar esta opção para que o wget não baixe também os diretórios acima (diretórios pai), ou seja de http://grails.org/doc/1.0.x/ para baixo apenas. Existem muitas outras opções interessantes, para saber digite man wget na linha de comando.


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Admin posted on August 22, 2008 05:08
Quem está acostumado com o Linux, quando precisa usar o FreeBSD fica meio perdido ao constatar que o comando free não existe neste sistema. Uma boa alternativa ao free no FreeBSD é o comando muse. Para instalar, siga os seguintes passos:

Entre no diretório de instalação do muse na árvore do ports

# cd /usr/ports/sysutils/muse

O comando make vai baixar os fontes e compilar

# make

E o make install vai instalar, deixando prontinho para usar

# make install

O comando muse pode ser usado sem argumentos, onde ele exibirá o status de uso da memória em bytes

# muse
Active: 1164435456 Bytes
Inactive: 2015477760 Bytes
Wired: 427991040 Bytes
Reserved: 11145216 Bytes
Cache: 226598912 Bytes
Kernel: 139264 Bytes
Interrupt: 8192 Bytes
Buffer: 224903168 Bytes

Total: 4008247296 Bytes
Free: 31473664 Bytes



Ou então usando os argumentos -k ou -m, para exibir em Kbytes ou Mbytes, respectivamente:

# muse -k
Active: 1140204 kB
Inactive: 1967828 kB
Wired: 418240 kB
Reserved: 10884 kB
Cache: 221288 kB
Kernel: 136 kB
Interrupt: 8 kB
Buffer: 219632 kB

Total: 3914304 kB
Free: 27808 kB


# muse -m
Active: 1110.324 MB
Inactive: 1921.711 MB
Wired: 408.027 MB
Reserved: 10.629 MB
Cache: 216.102 MB
Kernel: 0.133 MB
Interrupt: 0.008 MB
Buffer: 214.484 MB

Total: 3822.562 MB
Free: 30.719 MB



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O usuário kalib do site Viva o Linux postou uma dica bastante interessante para limpar a memória cache. Basta o seguinte comando:

echo 3 > /proc/sys/vm/drop_caches

Em um teste relatado por ele a memória armazenada em cache caiu de 969MB para 69MB!


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Fiz a instalação do Slackware 10.2 (eu sei, já está na versão 12, mas é a distro que eu tinha aqui em CD...) em um notebook Toshiba Satellite 2250CDT/6.0 Celeron 600MHz, 64MB RAM, HD 6GB, vídeo Trident 9525 e rede PCMCIA Realtek 8239. A princípio, achei que fosse "penar" para conseguir deixar funcionando tudo, já que existe a fama de que notebooks são meio temperamentais com o Linux. Ledo engano! :) Coloquei o CD e comecei a instalação. Apareceu a tela de boot e o sistema iniciou normalmente. Selecionei como mapa de teclado o qwerty/br-latin1-us.map. Perfeito, teclado funcionando! Vamos avante. Loguei como root e configurei duas partições com o cfdisk, 5.2 GB para o sistema e 800MB para swap. Saí do cfdisk e iniciei a instalação com o comando setup, seguindo os mesmos passos de qualquer instalação do Slack.

Na escolha dos pacotes, deixei de fora as séries e (Emacs),  f (FAQs e How-To), kde, kdei (Ambiente KDE), t (TEX) e y (games em modo-texto), já que o usuário não é um "linuxer" e era necessário economizar espaço no pequeno HD. Pacotes selecionados, começa a cópia dos arquivos. Tudo certo até agora. Depois da cópia dos arquivos vem a finalização da instalação, com a definição da senha de root, configuração da rede, etc. Tudo instalado e configurado! Vamos sair da tela de instalação e dar boot. Para minha surpresa, o sistema reconheceu todo o hardware! A interface de rede PCMCIA, placa de som, vídeo, mouse... Tudo!! Só precisei configurar o som através do alsaconf, mas a placa foi prontamente identificada e configurada. Experimentei dar um startx para ver o que acontecia e... surpresa! Está lá o Window Maker em uma resolução legal com  o dispositivo de apontamento (um pino que fica no meio do teclado para ser usado como mouse... horrível) funcionando perfeitamente.

A única coisa que precisei fazer foi configurar a acentuação do ambiente X no xorgconfig, bastando selecionar o teclado "Generic 105-key (Intl) PC" (opção 4) e na próxima tela a opção "U.S. English w/ deadkeys" (opção 3).

Tranquilo! Ambiente X funcionando e acentuação também! O modem, um Agere 56k WinModem,  ficou de fora na configuração pois não será usado. Depois posto alguns screenshots. ;)


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Admin posted on October 8, 2007 12:10
Impossível? Não! Você vai precisar de:
  • Um PC que tenha um processador com as instruções SSE2 e SSE3 e dois HDs com bastante espaço;
  • Um amigo ou conhecido que possua um Mac com Mac OS X instalado;
  • Um live-cd do Linux (qualquer um).
Se você tiver tudo isso, acesse o tutorial do site Viva o Linux e saiba como fazer esta mágica.

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Admin posted on October 8, 2007 12:10

O comando mysql_install_db inicializa a estrutura com as permissões erradas no Slackware, o que faz com o que o banco não inicialize, apresentando um erro. Para evitar isso, altere o usuário corrente para mysql e então execute o comando, como ilustrado abaixo:

# Altera o usuário corrente para "mysql"

su - mysql

# Executa o comando para inicializar a estrutura do MySQL

mysql_install_db

Desta forma não haverá problemas com as permissões e o banco inicializará normalmente.

Fonte: Piter Punk's Home Page


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